tour imobiliário
Uma casa pronta.
Uma história em aberto.
O ponto de partida
Não vender um apartamento reformado. Revelar a autoria, o cuidado já investido e a liberdade para uma nova vida começar sem partir do zero.
luxo performado
um mini-documentário sonoro sobre intenção, espaço e passagem.
A voz traz a proprietária sem expô-la. Ana e Gabriela conversam como quem revisita uma história real — não como quem lê publicidade.
A luz é a linha do tempo. O filme atravessa manhã, tarde e cidade acesa; a casa muda diante da câmera sem precisar de narração explicativa.
O traço conecta desejo, desenho e espaço pronto. Croquis, plantas e linhas gráficas revelam decisões — e abrem possibilidades para o próximo morador.
Quem conta o quê
Quatro vozes.
Uma narrativa.
Cada pessoa fala apenas do lugar em que tem autoridade. Isso mantém a história íntima, precisa e sem excesso institucional.
Anafala do motivo.
Escolha do edifício, cenas de vida imaginadas, relação com o projeto — e a decisão madura, entre razão e emoção, que abre o apartamento para outra história.
Gabrielafala da tradução.
Como hábitos, sensações e desejos se transformaram em circulação, luz, materiais, marcenaria e flexibilidade.
Autorfala da estrutura.
Uma intervenção curta e valiosa sobre liberdade interna, jardim suspenso e a relação entre arquitetura, cidade e tempo.
OVOfala da verdade.
Contexto, pontos de atenção, potencial de adaptação e coordenação do próximo capítulo — da decisão à mudança.
O centro emocional
Ana não vende porque deixou de acreditar no apartamento. Vende porque reconhece, com rara clareza, que um ciclo longo fora do país vai ampliar sua bagagem — e talvez transformar sua forma de viver e morar.
o olhar sensível percebe essa mudança antes que ela aconteça.
a inteligência de negócios entende que um capital relevante não precisa permanecer à espera dessa nova versão.
razão e emoção não disputam a decisão. Elas chegam juntas ao mesmo lugar.
Ana“Gabi, você lembra da primeira coisa que eu te falei?”
Gabriela“Que você queria sentir que estava numa casa, mesmo estando no alto.”
Tela preta. Porta de correr, vento e cidade. A primeira imagem é apenas a luz atravessando uma superfície. O apartamento inteiro ainda não aparece.
Ana“Eu escolhi o AGE antes de escolher cada detalhe. Ele juntava altura e jardim, cidade e respiro.”
Gabriela“A casca já tinha muita personalidade. O nosso trabalho foi fazer a vida dela caber ali.”
Estrutura, vegetação, concreto e vidro. Um desenho da época da compra encontra o edifício pronto. O drone entra apenas como revelação da relação entre torre, garden e Curitiba.
Ana“Eu não chegava falando o nome de um material. Eu chegava falando de cenas.”
Gabriela“Nada foi escolhido apenas para fotografar bem. Precisava funcionar numa terça-feira comum.”
Planta que vira espaço real, risco de lápis que vira encontro de materiais, foto de obra que dissolve no mesmo enquadramento pronto. Três decisões reais — não uma lista de acabamentos.
Ana“O apartamento também fazia sentido pelo que existia além dele.”
Gabriela“O edifício ampliava a casa sem obrigar a casa a ter tudo.”
Áreas comuns por correspondência visual, não por inventário: respirar, trabalhar, treinar, receber, desacelerar. Um gesto dentro do apartamento encontra outro no edifício.
“Uma boa intermediação não mostra apenas o melhor enquadramento. Mostra também o que precisa ser compreendido.”
“A OVO apresenta o que encanta — e o que exige decisão.”
A música recua. Planos estáticos e honestos mostram incidência solar, acessos, operação, manutenção e adequações reais. Surge o Caderno Aberto OVO.
Ana“A minha vida tomou outra direção. A razão me diz que um lugar assim não pode ficar esperando — respeitar o que construí também é uma forma de cuidado.”
Gabriela“Ele está pronto, mas não está fechado.”
Ana“E a emoção me diz que eu volto — com outra bagagem, outra ideia de viver e de morar. A vida muda. O cuidado fica.”
Fim de tarde e cidade acesa. Linhas de planta sugerem duas ou três adaptações possíveis. O filme termina no garden, sem malas, despedida literal ou urgência comercial — uma passagem de ciclo, não um adeus.
Sequência visual
Não mostrar cômodos.
Mostrar decisões.
O storyboard trabalha com elipses, match cuts e pequenas revelações. A casa ganha escala aos poucos.
A luz chega antes do endereço.
01 / silêncioA casca encontra a cidade.
02 / escalaUm detalhe revela uma intenção.
03 / matériaO jardim não é cenário. É continuidade.
04 / respiroO traço explica sem interromper.
05 / plantaTransparência também tem direção de arte.
06 / verdadeA cidade acesa abre o próximo capítulo.
07 / passagemDireção de fotografia
A câmera observa.
Não visita.
Planos fixos, movimentos curtos, reflexos, portas como moldura e tempo suficiente para sentir as proporções.
Luz real, sombras preservadas, drone pontual e enquadramentos que deixam o espaço respirar.
Ultra-wide deformado, gimbal atravessando tudo, porta após porta e a sequência sala–cozinha–suíte–banheiro.
Mesa posta genérica, todas as luzes acesas e trilha de “luxo imobiliário”.
Direção sonora
A presença humana entra pelo ouvido.
Ana e Gabriela são gravadas juntas, fora de quadro. Pausas, respirações e pequenas risadas permanecem. A trilha não explica emoção; sustenta espaço.
Transparência como produto
Caderno
Aberto OVO.
A sinceridade deixa de ser promessa de marca e vira método verificável — bonito o suficiente para pertencer à campanha, objetivo o suficiente para sustentar uma decisão.
O que encanta. O que exige decisão. O que pode mudar.Caderno
Aberto.
O papel da marca
OVO como editora
da transição.
Não a corretora que aparece no fim para colocar telefone. A presença que organiza a verdade e reduz o intervalo entre comprar e começar a viver.
Compreender
História, arquitetura, operação e o que precisa ser visto antes da escolha.
Adaptar
Projeto, orçamento e adequações proporcionais ao novo modo de viver.
Mudar
Coordenação da obra pontual, mudança, fornecedores e personal organizer.
Habitar
Um imóvel pronto se torna, de fato, seu — sem enfrentar uma nova grande obra.
Ecossistema de conteúdo
Um filme.
Vários pontos de entrada.
A produção nasce modular. Cada corte preserva a mesma linguagem e responde a um estágio diferente da jornada de compra.
Filme
principal
História completa para landing page, apresentação privada, YouTube e envio qualificado.
01Vertical
Escolha do edifício, duas decisões de projeto e a mudança de ciclo.
02Uma
decisão
Três detalhes explicados pela dupla Ana + Gabriela.
03Caderno
Aberto
Conteúdo factual conduzido pela OVO: contexto, contrapartidas e adaptação.
04Teaser
“Eu escolhi este lugar pensando em uma vida.”
05Experiência
de decisão
Filme, Caderno Aberto, cenários de adequação e visita com contexto na mesma narrativa.
06A vida muda.
O cuidado fica.
Duas mulheres contam como uma intenção virou espaço — e como esse espaço, vendido por razão e por respeito ao que foi construído, está pronto para receber uma intenção nova.